Mostra de Cinema no Museu de Évora

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Esta iniciativa terá lugar no Museu de Évora, nos dias 8, 15 e 22 de setembro, às 21h30, e integra o Festival Évora à Calma, sendo organizada com o apoio da União de Freguesias de Évora, Direção Regional de Cultura do Alentejo e Museu de Évora. Apresenta uma programação escolhida para o Museu de Évora, em português, e que se desenvolve à volta da ideia de património, cultura e percursos artísticos, sendo promotora dos valores máximos da Igualdade de Género e Cidadania. Coordenada por Carla Magro Dias, conta com produção da SOIR Joaquim António de Aguiar. A Direcção Regional de Cultura do Alentejo considera da maior relevância manter a prática de programar Cinema no Museu de Évora, possibilitando e contribuindo para a disseminação do gosto por esta arte que nos leva, não só à fruição artística, como à reflexão e que tem contribuído para mudanças importantes na sociedade ao longo dos tempos.

Nas palavras da programadora Carla Magro Dias, o cinema constitui a forma de acesso cultural mais universal, abrangente e livre, à arte. Pela sua natureza é um meio de liberdade de expressão – o cinema provoca o diálogo, o debate e consegue mesmo estender o silêncio para além do fim do filme. Faz capa de jornais e provoca a reflexão sobre a atualidade e humanidade. Acredita que “o evento cinematográfico, a experiência pessoal de ir ao cinema, ver um filme, numa sala, numa praça, num Museu, é um momento de cultura, denota hábitos de cultura e níveis de educação dos cidadãos. O filme tem valor estético e valor político. O trabalho artístico propaga-se para além do filme e influência o outro, que o recebe de forma íntima.”

Programadoras:

Carla Magro Dias, 39 anos, nasceu em Évora. Trabalha como Arqueóloga e Produtora Cultural. Especialista em Património Cultural, ensina História Local e desenvolve projetos de curadoria em Museus e galerias. Foi júri FICC no Karlovy Vary Film Festival, no Art Film Fest e nos Caminhos do Cinema Português. O primeiro trabalho em cinema foi fotógrafa de cena. Produziu as curtas metragens Vladimir, 2014 e A Língua, 2016. / SOIR JAA, PT.

Mariana Frias nasceu em Faro, em 1993. Vive e trabalha em Évora. É licenciada em Artes Visuais – vertentes de pintura e escultura, pela Universidade de Évora.

Com Rita Cadete funda o coletivo Dua Quale, em 2015, que expõe na Quadrienal de Praga, no mesmo ano, com a co-organização da Associação Portuguesa de Cenografia. Desde 2014, desenvolve o projeto espaço expositivo segundo um artista conceptual.

Informação disponível em www.cultura-alentejo.pt

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