O Facebook…

Sinceramente, estou a ficar farto do Facebook. Parece uma doença contagiosa que se propagou a toda a gente. Muitas pessoas passam horas neste site estúpido a investigar a vida dos outros. Toda a gente fala mal das revistas cor-de-rosa porque são de coscuvilhice.
E o Facebook é o quê?

São descarregadas inúmeras fotos nos perfis pessoais para quê? Apenas para que alguém carregue naquele polegarzinho irritante.Muitas pessoas escrevem verdadeiros testamentos no Facebook, que são comentadas pelas pessoas que poucos minutos depois vão encontrar no café. Chegámos ao ridículo.

As pessoas mal falam umas com as outras. Ficam sentadas nas mesas de cafés ou bares em silêncio a beber e a fumar. Depois vão para casa porque “não se passa nada” e colam-se em frente ao computador e no Facebook e ficam horas a escrever nos murais uns dos outros. Estão juntas fisicamente mas não trocam palavras, mas na segurança do mundo virtual “falam” pelos cotovelos.

Conversas que poderiam ter perfeitamente na tranquilidade da bela esplanada. Conversa entre dois amigos no Facebook: -“Eh pá, nunca estás online no chat do Facebook…” -“Pois não. Eu ponho sempre ausente porque eu sou anti-social.” Pergunta-se? -“Como podes ser anti-social se estás numa rede social onde de minuto a minuto estás a colocar coisas?”

Talvez daqui a algum tempo até as próprias pessoas se esqueçam de como se fala… Querem articular um som mas nada sai. Não há problema; vão e escrevem-no no Facebook. Depois tem centenas de comentários e likes. Assim sentir-se-ão realizadas.

É pena não dar (ainda) para dar um ‘pum’ via facebook. Já que tudo, mesmo tudo, é comentado sempre seria algo mais interessante para colocar um comentário ou um “Like”.

(Encontrado num blog…)

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